O dia certo da balada boa
Fomos às ruas, ou melhor, às festas, para cravar quando e onde você deve cair na gandaia. Consideramos a quantidade de mulheres, a qualidade da música e o estilo dos frequentadores. O resultado? Um roteiro de quarta a sábado com quatro ótimas casas?

Por - FRANCISCO PASSARELLI

 
A BALADA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO


DISCO
Golaço: existe há nove anos e se tornou referência na noite.
Na trave: frequentadores habitués podem não ser simpáticos com quem não é.

Onde: Rua Prof. Atílio Innocenti, 160,
Itaim-Bibi. Tel.: 3078-0404



Mulheres soltas e superproduzidas, eletrônico de primeira, mas lotação um pouco acima do conveniente.



Tem mulher e casais. Ótima música (house music), porém muito cheio.



O dia com menos mulher solta e mais homem.



O número de meninas aumenta, assim como a lotação.


PINK ELEPHANT
Golaço: baladafenômeno, a Pink não nega suas raízes no luxo extremo.
Na trave: o maior problema é a imensa dificuldade para entrar.

Onde: Rua Gumercindo Saraiva, 289,
Itaim-Bibi. Tel.: 3818-0831



Não é o dia mais forte, mas a mulherada é presença garantida. No som, house nota dez.

Com muita mulher sobrando, entrar sem nome na lista é missão quase impossível. Ligue antes para garantir o seu.



A espera na fila é grande, mas a recompensa está lá dentro. Várias gatas.



O estilo musical muda (flashback e anos 80) e o público é mais velho, na casa dos 30 e 40 anos.


MUSEUM
Golaço: é comum você ver turminhas de modelos entrando.
Na trave: nos dias mais cheios, apesar da mulherada, o atendimento no bar fica prejudicado.

Onde: Rua James Joule, 65, Brooklin.
Tel.: 5507-3650



É o dia mais fraco. Poucas mulheres acessíveis. No som, house, como sempre.



Muitas modelos desfilando pela balada, mas a dificuldade de chegar até o bar incomoda.



Apesar de ter mulheres lindas, os homens são a maioria.



É dia que tem mais mulher solta. Mas outra vez lotado.


D-EDGE
Golaço: a única destas que abrem de segunda a sábado e têm preços acessíveis.
Na trave: se errar o dia, pode se dar muito mal.

Onde: Al. Olga, 170, Barra Funda.
Tel.: 3667- 8334



O público alternativo e GLS domina a noite. Muito casal.



O house e suas vertentes electro e tech fazem a alegria da mulherada, que comparece em peso nesse dia.



É uma balada gay.



O after é um dos mais disputados da cidade. Mulheres sem sono ou em busca de companhia não faltam.

 

 

 

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